Semana dos Medicamentos na Farma 22
MedicamentosDiabetesHipoglicemiaGlyxambi 25mg + 5mg 30 comprimidos revestidos

Glyxambi 25mg + 5mg 30 comprimidos revestidos

Referência: 1259948

Este produto não está disponível no momento
Quero saber quando estiver disponível

Descrição do produto

GLYXAMBI: para que serve, como usar e cuidados importantes

GLYXAMBI é um medicamento de uso oral para adultos com diabetes mellitus tipo 2. Ele combina empagliflozina e linagliptina, substâncias que atuam de forma complementar para ajudar no controle da glicose no sangue, conforme orientação médica.

ProdutoGLYXAMBI
Princípio ativoempagliflozina + linagliptina
Indicação principalmelhorar o controle da glicose no sangue em adultos com diabetes mellitus tipo 2, associado ao tratamento com metformina, dieta e exercícios físicos; também pode ser usado como tratamento inicial em pacientes não elegíveis ao tratamento com metformina
Usooral, adulto
Prescriçãovenda sob prescrição

Para que serve GLYXAMBI?

GLYXAMBI serve para melhorar o controle da glicose, ou açúcar, no sangue em adultos com diabetes mellitus tipo 2. Segundo a bula, ele é indicado associado ao tratamento com metformina, dieta e exercícios físicos. A bula também informa que GLYXAMBI pode ser usado como tratamento inicial em pacientes não elegíveis ao tratamento com metformina.

Medicamento sujeito à prescrição médica. Use conforme orientação médica ou farmacêutica.

Como GLYXAMBI age no organismo?

GLYXAMBI contém duas substâncias ativas: empagliflozina e linagliptina. A empagliflozina reduz a reabsorção do excesso de glicose pelos rins, aumentando a eliminação desse açúcar pela urina. A bula também descreve que esse mecanismo leva à perda de calorias e de peso.

A linagliptina ajuda a aumentar a produção de insulina, hormônio que reduz o açúcar no sangue, e diminui a produção de glucagon, hormônio que aumenta o açúcar no sangue. Juntas, essas ações contribuem para a melhora da regulação da glicose.

Como usar GLYXAMBI?

A dose inicial recomendada na bula é de GLYXAMBI 10 mg/5 mg, ou seja, empagliflozina 10 mg e linagliptina 5 mg, uma vez ao dia. Em pacientes que toleram essa dose e precisam de controle glicêmico adicional, o médico poderá aumentar para GLYXAMBI 25 mg/5 mg, uma vez ao dia.

GLYXAMBI pode ser ingerido com ou sem alimento. O comprimido não deve ser partido ou mastigado. Siga sempre a orientação do médico, respeitando horários, doses e duração do tratamento. Não interrompa o uso sem conhecimento do médico.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns?

De acordo com a bula, as reações comuns de GLYXAMBI podem incluir:

  • infecções genitais, como monilíase vaginal, vulvovaginite, balanite e outras infecções genitais;
  • infecção do trato urinário, incluindo pielonefrite e urosepse;
  • nasofaringite;
  • hipoglicemia quando usado com sulfonilureia ou insulina;
  • aumento da frequência e do volume de urina;
  • tosse;
  • constipação intestinal;
  • aumento de lipídeos no sangue;
  • alterações em exames como aumento de lipase ou amilase;
  • erupção cutânea ou prurido, conforme a apresentação descrita na bula.

Informe ao médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis.

Quem não deve usar GLYXAMBI?

GLYXAMBI não deve ser usado por pessoas alérgicas à empagliflozina, à linagliptina ou a qualquer componente da fórmula. Também não deve ser usado por pacientes com comprometimento renal grave, com TFGe menor que 30 mL/min/1,73 m², inclusive em diálise.

A bula informa ainda que GLYXAMBI não deve ser utilizado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 e não é recomendado para menores de 18 anos.

Cuidados importantes antes de usar

  • Cetoacidose diabética: foram relatados casos graves, inclusive fatais, com empagliflozina. Procure atendimento médico em caso de náuseas, vômitos, anorexia, dor abdominal, sede excessiva, dificuldade para respirar, confusão, cansaço incomum ou sonolência.
  • Gangrena de Fournier: procure o médico se houver dor, sensibilidade, vermelhidão ou inchaço na região genital, glúteos, virilha ou ânus, especialmente com febre e mal-estar.
  • Uso com insulina ou sulfonilureias: pode exigir cuidado, pois essas substâncias são conhecidas por causar hipoglicemia.
  • Pancreatite: se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, GLYXAMBI deve ser descontinuado conforme avaliação médica.
  • Função renal: o médico poderá solicitar exames antes e durante o tratamento.
  • Idosos: a experiência em pacientes com 75 anos ou mais é limitada, e o início da terapia não é recomendado nessa população.
  • Gravidez: recomenda-se evitar o uso durante a gestação, a menos que o médico julgue claramente necessário.
  • Amamentação: recomenda-se descontinuar a amamentação durante o tratamento.
  • Álcool: a bula cita consumo excessivo de álcool como fator que pode aumentar o risco de cetoacidose.
  • Interações: informe ao médico sobre todos os medicamentos em uso, especialmente insulina, sulfonilureias, alguns diuréticos, ritonavir, fluconazol, ácido valproico, rifampicina e lítio.

Perguntas frequentes

GLYXAMBI serve para diabetes?

Sim. Segundo a bula, GLYXAMBI é indicado para melhorar o controle da glicose no sangue em adultos com diabetes mellitus tipo 2, associado à metformina, dieta e exercícios físicos. Também pode ser usado como tratamento inicial em pacientes não elegíveis à metformina.

GLYXAMBI emagrece?

A bula informa que a empagliflozina aumenta a eliminação de glicose pela urina, levando também a perda de calorias e de peso. Porém, GLYXAMBI é indicado para controle da glicose no diabetes tipo 2, e não deve ser usado com finalidade de emagrecimento sem indicação médica.

GLYXAMBI dá sono?

A bula não apresenta sonolência como reação adversa comum. Ela menciona sonolência como um sintoma que pode aparecer em contexto de suspeita de cetoacidose diabética, junto com sinais como náuseas, vômitos, dor abdominal, sede excessiva, dificuldade para respirar, confusão ou cansaço incomum. Nesses casos, informe imediatamente o médico.

Como tomar GLYXAMBI?

A dose inicial recomendada na bula é de 10 mg/5 mg uma vez ao dia. Se necessário e se houver tolerância, o médico poderá aumentar para 25 mg/5 mg uma vez ao dia. O comprimido pode ser tomado com ou sem alimento e não deve ser partido ou mastigado.

Grávida pode usar GLYXAMBI?

Segundo a bula, recomenda-se evitar o uso de GLYXAMBI durante a gestação, a menos que o médico julgue ser claramente necessário. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quem amamenta pode usar GLYXAMBI?

A bula recomenda descontinuar a amamentação durante o tratamento com GLYXAMBI. O uso no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do médico ou cirurgião-dentista.

GLYXAMBI pode ser usado com álcool?

A bula cita o consumo excessivo de álcool como uma condição associada a maior risco de cetoacidose durante o uso de GLYXAMBI. Consulte o médico para orientação individual.

Quanto tempo demora para GLYXAMBI fazer efeito?

A bula não traz essa informação de forma específica. Consulte um médico ou farmacêutico.



Características
Principio Ativo
Linagliptina, Empagliflozina
Classe Terapeutica
combinações antidiabéticas de inibidores de SGLT2 e DPP-IV
Princípio Ativo
empagliflozina + linagliptina

Produtos Relacionados